﻿[...] E a mulher, então, menos associada ao instinto de sobrevivência e mais associada ao instinto de reprodução. 
Desde o início da história da humanidade você sempre teve a mulher sendo protegida [...]
[...] Então, eu falo do sentimento de proteção aos mais frágeis como uma forma de sagrado masculino, tá? 
Uma forma de sagrado masculino. 
Só que esse lado de ser protegida da mulher, justamente por ela ser associada a um instinto de reprodução, associada à reprodução... 
não importa se é certo ou se é errado, isso acontece, pelo ser humano ele ser movido por essa força, por essa libido, por essa vontade, por essa potência... 
qualquer filósofo vai dar um nome específico para isso, vamos chamar de "tesão pela vida".
Essa vontade vai tá te direcionando ao encontro do sexo oposto para você no fundo reproduzir. 
Só que sempre foi o homem que foi, né? 
E a mulher que recebe, a mulher que seleciona, a mulher que recebe, porque ela tem um útero e porque é ela que vai gestar um filho. 
Ela que vai gerar, parir e, depois, amamentar um filho. 
Então, a natureza, ela nos coloca nessa posição. 
Você ir contra essa natureza, você até consegue, mas você vai ter que conviver com o fato de tá remando contra a maré, tá? 
Conviva com isso [...]
[...] O lado negativo disso é que, no mundo das pessoas solteiras, você vai ter mulheres com muita facilidade se tornando manipuladoras. 
Manipuladoras, interesseiras, sabendo que elas têm um controle sobre o poder masculino e este é o lado profano feminino. 
Por que que isso acontece? 
Bom, percebe-se que é muito fácil pro homem ter mais desejo sexual, ou seja, é muito fácil pro homem desejar. 
Logo, na mesma proporção, é muito fácil pra uma mulher se tornar desejável, ou seja, ela não precisa ser uma beldade pra ser desejável... 
ela pode ter uma beleza mediana e com uns toques ela se torna mais desejável, mais atrativa, mais sensual. 
Talvez não aos olhos de todos os homens, mas de uma grande maioria. 
Ou seja, se concentra, então, um grande poder na atratividade feminina. 
Aí é ela e seus valores morais, que hoje estão bem em decadência, que vão decidir o que que elas fazem com isso. 
Essa manipulação, esse poder de manipulação, infelizmente, cabe a elas [...]
[...] Objetificação também faz a mulher se sentir muito importante, muito adorada num primeiro momento, depois ela julga o que ela tá fazendo e se sente um pouco culpada.
Então, entenda que naquele momento você tem uma pessoa que é geneticamente programada para ser atraente, geneticamente programada para ser sensual. 
Pois é! 
Biologicamente associada à reprodução.
[...] mas sempre teve esse questionamento da mulher ela querer apenas o dinheiro ou ela observar o status do homem, o poder do homem, como algo a se... 
assim, como algo que chama atenção. 
Só que assim: existem várias camadas na sociedade e essas camadas elas também dizem respeito à hipocrisia ou a falta de moral das pessoas. 
Então, em uma camada aqui embaixo, tu vai ter aquelas mulheres que, de fato, se vendem por qualquer valorzinho, seja aquela profissão mais antiga do mundo, seja vender a imagem do seu corpo em um site e os homens vão lá e assinam, ou seja ela vender a sua companhia em troca de um lanche, ou seja, ela apenas namorar um cara rico. 
De todas as formas, em todas as camadas isso é, de alguma forma, se vender. 
Então, esse é um processo que goste você ou não ele sempre existiu e sempre vai continuar existindo, mas existem várias camadas de moralidade, tanto nas mulheres quanto nos homens, e uma camada mais aceitável onde a mulher não necessariamente se vende, mas ela se atrai por aquilo que o dinheiro representa e vamos tirar agora da equação a palavra dinheiro e vamos substituir pela palavra poder, ou seja, poder se impõe, poder se demonstra e existem "n" maneiras de demonstrar e impor poder, seja pela tua postura, seja pelo teu tamanho, seja pela forma de se comunicar, seja pela profundidade do teu olhar, seja de diversas maneiras impor poder nesse sentido de sedução […]
[...] um grande motivador pra que as mulheres vão pra cama com um homem qualquer é o ato de se sentir desejada, só que quando a rede social já supre isso dela, seja ela uma blogueira famosa, alguém que vende as fotos do próprio corpo ou até uma pessoa, assim…
não famosa, ainda sim ela já está... 
já está... 
alguém já está suprindo esse desejo de se sentir desejada. 
Senhores, nunca esqueçam que a sedução ela se baseia nessa máxima: mulher tem o desejo de se sentir desejada enquanto o homem tem o desejo de desejar [...].
[...] Ou seja, essa libertinagem, que a gente percebe que as pessoas têm, não está fazendo com que as pessoas se relacionem mais, só está fazendo com que elas sejam mais liberais... 
isso não é uma coisa nem boa, nem ruim. 
Claro, se for olhar pelo espectro de formar um relacionamento, formar uma família, é uma coisa péssima, mas nós tamos falando no sentido de sedução é uma coisa simplesmente neutra, porque, de um lado vai fazer com que as mulheres elas busquem essa liberdade ou executem essa liberdade ou queiram bater no peito e dizer assim: eu sou dona de mim mesma, blá blá blá... 
saiba que tudo que as mulheres falam batendo no peito é só da boca pra fora, porque o que tem por dentro é outra coisa... 
é tudo besteira, tá? 
Então, nem sempre elas fazem o que falam, aliás, quase nunca, né? 
Aquilo que elas falam e manifestam em redes sociais etc., vai ser a realidade delas, a realidade é outra coisa. 
A realidade é que elas precisam de um homem... 
o espírito, a alma delas, precisa do yin-yang completo, assim como a sua também precisa de um feminino próximo a você. 
Elas precisam da força masculina e se nós fizemos essa afirmação aqui, nós também dizemos que nós precisamos da de... 
da delicadeza feminina [...]
[...] O instinto Dionisíaco das mulheres clama por isso. 
Diferente do seu instinto Dionisíaco masculino, que pode ser traduzido como... 
assim, vamos pensar nas coisas que te dão prazer ao longo da vida... 
na sua vida estoica ou seja você um cara que tá me conhecendo hoje, o que te dá prazer, se é um prazer mais besta, tipo ir no McDonald\'s comer uma comida que tu gosta, tá tudo certo...
ou praticar um esporte, fazer musculação ou sentar no nada, no meio da natureza e observar aquela paisagem e aquilo te dá um prazer. 
Eu sei, tu é homem, mas as mulheres não são assim... 
as mulheres não têm esse tipo de prazer. 
A gente pode afunilar mais e pensar no prazer no contexto erótico, no prazer mais sensual da coisa pras mulheres e acredite: tudo que elas vivem não causa um prazer real pras elas.
E, por isso tudo, eu te afirmo, com certeza, que o instinto Dionisíaco, ou seja, a vontade de sentir algo intenso na vida é um vazio que preenche... 
ah não, vazio que preenche não faz sentido essa frase... 
me perdoe... 
mas é uma dificuldade de preencher um buraco dentro das mulheres. 
Não é pra levar pro lado 5ª série. 
Aliás, fique à vontade pra levar pro lado 5ª série, porque isso faz parte de ti e de mim. 
Mas é justamente esse preenchimento desse buraco nas mulheres que é o que torna viável seduzir alguém, sendo você um cara comum, que não está nessa camada fútil de vida, que é as pessoas que fazem dancinhas, que é as pessoas que vendem fotos do próprio corpo.
Sabe esse tipo de gente? 
Você não está nisso. 
Aí você se pergunta como que eu pesco isso pra mim... 
como que eu faço pra uma mulher assim, que tá sugada pela Matrix sinta um certo desejo e daí eu usufrua disso e tire proveito dessa brecha. 
Então, em resumo é isso: 
o instinto dionisíaco das mulheres... 
quando digo instinto Dionisíaco eu não quero falar difícil não, tá? 
Eu só tô dizendo que as mulheres podem hoje viver o relacionamento que elas quiserem, tá?
Não é que eu ache isso bom, eu só tô constatando o que de fato tá na cabeça das mulheres.
Elas podem fazer o que elas quiserem. 
Algumas fazem, outras não. 
E as que fazem percebem: "grande coisa", porque não agregou em nada, não me fez sentir nada.
É como se elas tivessem numa busca incessante de sentir aquela chama dentro delas, mas elas não conseguem sentir. 
O que faz com que elas valorizem cada vez menos os homens, os relacionamentos e, de fato, qualquer coisa relacionada a isso [...]
